Os técnicos da CNM tiraram as dúvidas
dos prefeitos e explicaram que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)
determina mudanças e cuidado no período que antecede as eleições. “As
prefeituras não podem ultrapassar o gasto com pessoal a não ser que o
Município tenha condições de deixar pago até o final do mandato ou
deixar dinheiro em caixa. É o mais importante, agora não é hora de
aderir a nenhum programa federal”, alerta o presidente da CNM, Paulo
Ziulkoski.
Outra grande preocupação dos gestores
está relacionada ao reajuste de 22% do piso do magistério, que segundo
Ziulkoski deve sobrecarregar centenas de Municípios. “O magistério
precisa reconhecer que os reajustes não têm outra fonte senão o Fundo de
Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos
Profissionais da Educação (Fundeb), que sai dos próprios Municípios, e,
por essa razão não podem acompanhar os índices de reajuste propostos”,
explica o lider municipalista.
Nesta quinta-feira, 8 de março, o Diálogo Municipalista será realizado em João Pessoa (PB) e, na sexta, em Natal (RN).
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ass. Angelo Roncalli
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