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Mostrando postagens com marcador piso nacional dos professores. Mostrar todas as postagens
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segunda-feira, 30 de abril de 2012

Municípios apresentam dificuldades com a Educação

30/4/2012

 

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AMM

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Considerada como o principal fator para o desenvolvimento do país, a Educação vem enfrentando sérios problemas para o cumprimento da Lei 11.738/2008, que instituiu o Piso salarial profissional nacional do magistério público da educação básica. O assunto foi o tema da reunião entre os representantes do movimento municipalista nacional e o Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, no dia 17 de abril, em Brasília.

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quinta-feira, 29 de março de 2012

Nenhum Município brasileiro consegue pagar o piso, garante Ziulkoski

Qui, 29 de Março de 2012 16:14 | Agência CNM




Agência CNMAgência CNMDurante o primeiro encontro do Comitê de Articulação Federativa (CAF) no Palácio do Planalto na tarde desta quarta-feira, 29 de março, o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, afirmou que ”nenhum Município brasileiro consegue pagar o Piso Nacional do Magistério”. Ele garantiu que os prefeitos precisam se inteirar sobre a lei, pois a questão vai muito além de pagar o salário de R$1.450,00, é preciso pagar os aposentados e os retroativos. “Queremos mostrar a gravidade do assunto, mais de 90% dos Municípios gasta o Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb)  com o piso”, alerta.


segunda-feira, 26 de março de 2012

Comissão da Câmara quer CNM em debate sobre o Piso Salarial dos Professores

Seg, 26 de Março de 2012 14:44 | Agência CNM




Wilson Dias/ABrWilson Dias/ABrA Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados quer a Confederação Nacional de Municípios (CNM) na discussão sobre o Piso Salarial Nacional dos Professores da Educação Básica.
Desde o início do ano, a CNM tem mostrado ao poder público a inviabilidade das prefeituras de pagar o Piso Salarial do Professor. Agora, a deputada Flávia Morais (PDT-GO) propõe debater o não cumprimento dele por alguns entes federativos. “Professores e especialistas não entendem por que ainda hoje existem Estados e Municípios que não se adequaram à Lei do Piso do Magistério”, comentou a parlamentar.


terça-feira, 20 de março de 2012

Folha de SP e Agência Brasil: Minas paga acima do piso para professores


9.mar.2012
FONTE: http://ead.educacao.mg.gov.br
 
 
A Folha de S. Paulo, um dos jornais de maior circulação no país, e a Agência Brasil, ligada ao governo federal, atestam que Minas Gerais já paga um valor bem acima do novo piso salarial para  os professores da rede pública estadual, fixado, recentemente, em R$ 1.451 para 40 horas semanais, pelo Ministério da Educação (MEC).
O valor atual em Minas para 40 horas semanais de trabalho é de R$ 2.200, atrás apenas do Distrito Federal, que paga R$ 2.314, segundo levantamento da Agência Brasil, divulgado em 8 de março de 2012. O órgão é uma agência de notícias, pertencente à estatal federal Empresa Brasil de Comunicação (EBC).
O cálculo se baseia numa regra de três simples. Atualmente, a Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais (SEE) só recruta professores com nível superior de escolaridade. O salário inicial desses professores é de R$ 1.320 para uma jornada de 24 horas semanais, o que equivale a R$ 2.200 por 40 horas semanais. Trata-se, portanto, de uma remuneração 52% superior ao piso nacional estabelecido e já reajustado pelo MEC, que é de R$ 1.451.
Além disso, no próximo mês de abril, todos os profissionais da educação de Minas Gerais terão um reajuste de 5% em seus salários, conforme estabelecido no projeto que instituiu o modelo unificado de remuneração dos professores e que entrou em vigor em janeiro deste ano.
Com este reajuste, o magistério mineiro da rede pública estadual terá salários praticamente idênticos aos do Distrito Federal, primeiro colocado no ranking nacional de remuneração, feito pela Agência Brasil.
A pesquisa da Folha de S. Paulo saiu na edição de 5 de março de 2012, no caderno Cotidiano. Conforme o ranking estabelecido pelo jornal, Minas ocupa o quinto lugar entre as Unidades da Federação que melhor remuneram os professores no país, atrás do Distrito Federal, Roraima, Amazonas e São Paulo. O cálculo da Folha levou em consideração o menor salário pago em Minas para professores com escolaridade de nível médio. Daí, a diferença para a Agência Brasil, que leva em conta o menor salário pago em Minas para professores com escolaridade de nível superior.
Confira abaixo os resultados dos dois levantamentos.

quinta-feira, 8 de março de 2012

Diálogo municipalista: LRF e piso do magistério preocupam gestores



Amupe/Alex BrassanAmupe/Alex BrassanDurante o evento Diálogo Municipalista promovido pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), prefeitos demonstraram preocupação e dúvidas sobre a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) e o Piso Nacional do Magistério. O evento que aconteceu nesta quarta-feira, 07 de março, em Recife (PE), reuniu 90 prefeitos e secretários municipais  de todo o Estado que  receberam orientações da entidade sobre o final de mandato.
Os técnicos da CNM tiraram as dúvidas dos prefeitos e explicaram que a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF)  determina mudanças e cuidado no período que antecede as eleições.  “As prefeituras não podem ultrapassar o gasto com pessoal a não ser que o Município tenha condições de deixar pago até o final do mandato ou deixar dinheiro em caixa. É o mais importante, agora não é hora de aderir  a nenhum programa federal”, alerta o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski.
Amupe/Alex BrassanAmupe/Alex BrassanO presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (Amupe), Antonio João Dourado, afirmou que o debate é de extrema importância para que os gestores finalizem os mandatos sem restrições. “Discutimos sobre convênios, restos a pagar, financiamento da Saúde, mas o que preoucpa realmente os prefeitos são dúvidas em relação a LRF e o piso do magistério”, conta o gestor.
Outra grande preocupação dos gestores está relacionada ao reajuste de 22% do piso do magistério, que segundo Ziulkoski deve sobrecarregar centenas de Municípios. “O magistério precisa reconhecer que os reajustes não têm outra fonte senão o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), que sai dos próprios Municípios, e, por essa razão não podem acompanhar os índices de reajuste propostos”, explica o lider municipalista.
Nesta quinta-feira, 8 de março, o Diálogo Municipalista será realizado em João Pessoa (PB) e, na sexta, em Natal (RN).

sábado, 3 de março de 2012

Tarso classifica de ‘totalmente furada’ opinião de Mercadante sobre o ‘piso’ salarial de professores

 03.03.2012 - 7:13
FONTE: Blog do Josias


No comando de um Estado que paga um mínimo de R$ 791 aos professores, Tarso declarou que é “totalmente furada” a posição de Mercadante. “Piso é um valor constant, reajustado pela inflação. Sou totalmente favorável ao piso do Fundeb, mas quem o instituiu deve repassar recursos para Estados e municípios, para complementá-lo além daquele valor já instituído.” 


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sexta-feira, 2 de março de 2012

Comissão Especial deve avaliar o Piso dos Professores na Câmara





Agência LAR / Ag. CNMAgência LAR / Ag. CNMSerá criada uma Comissão Especial para avaliar o Projeto de Lei (PL) 3.776/2008, que trata da atualização do piso salarial dos professores. O anúncio foi feito pelo presidente da Casa, deputado Marco Maia (PT-RS), nesta quinta-feira, 1.º de março.
Maia tomou a decisão após uma reunião entre ele, representantes da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE) e deputados da Frente Parlamentar em Defesa do Piso dos Professores. Antes desta reunião, na terça-feira, 28 de fevereiro, 16 governadores e o presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, apresentaram aos parlamentares as dificuldades pelas quais os Municípios e Estados passam para arcar com o atual piso.


Novo piso: Mercadante apela para que professores e gestores busquem entendimento e evitem greve

01/03/2012 - 10h36

Paula Laboissière
Repórter da Agência Brasil

Edição: Talita Cavalcante

Brasília - O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, reconheceu hoje (1º) que o reajuste de 22,2% no piso nacional do magistério é elevado e que algumas prefeituras terão dificuldade com as novas folhas de pagamento. Ele fez um apelo a professores e gestores municipais para que busquem o entendimento e evitem paralisações.


quinta-feira, 1 de março de 2012

Ziulkoski, governadores, Sarney e Marco Maia discutem Royalties e Piso



Agência LAR/ Ag. CNMAgência LAR/ Ag. CNMAutoridades dos poderes Executivo e Legislativo se reuniram nesta terça-feira, 28 de fevereiro, para a deliberação de temas importantes discutidos atualmente no Congresso Nacional. O presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, foi o único representante do municipalismo na reunião. Ziulkoski relatou os resultados do encontro, durante a Mobilização, para mais de 700 prefeitos.
No gabinete do presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), 16 governadores, o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), e diversos parlamentares discutiram o Piso Salarial dos Professores e a redistribuição dos royalties. De acordo com Ziulkoski, os governadores expuseram aos dirigentes do Legislativo a “complicada” situação que enfrentam  para pagar o professores.


Mercadante defende critério de reajuste do piso nacional dos professores

29/02/2012 - 17h13

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Edição: Nádia Franco

Brasília – O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, defendeu hoje (29) o reajuste de 22% do piso nacional do magistério, que passou de R$ 1.187 para R$ 1.451. Segundo Mercadante, o atual critério de correção do piso, com base no  crescimento do valor mínimo por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), permite recuperação salarial para os professores. O valor estipulado para este ano  acompanha o aumento do Fundeb de 2011 para 2012, conforme determina a legislação atual. O novo piso foi anunciado segunda-feira (27)


terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Prefeitos se reúnem para discutir a pauta de 2012 e demonstram preocupação com o piso do magistério

Ter, 28 de Fevereiro de 2012 17:29 |  Agência CNM

   
Wilson Dias/ABrWilson Dias/ABMais uma vez, o auditório do Senado Federal ficou lotado por prefeitos insatisfeitos com a Emenda 29 da Saúde, os Royalties, as finanças municipais e em especial com a devulgação do novo piso do magistério – anunciado pelo Ministério da Educação (MEC), nesta segunda-feira, 27 de fevereiro.
Agencia LAR/CNMAgencia LAR/CNMO presidente da Associação dos Municípios do Mato Grosso do Sul (Assomasul), Jocelito Krug, afirma que a maioria dos prefeitos do seu Estado vai ter dificuldade para pagar o novo valor. “A gente espera que o governo complemente esse valor. O governo federal precisa ajudar ou os Municípios vão afundar e os prefeitos estarão todos descuprindo a Lei de Responsabilidade Fiscal”, teme Krug.
Ele ressalta a importacia da mobilização. “Temos que acampar em Brasília, se preciso para resolver os problemas até o fim do mandato. Estamos no segundo ano da presidente Dilma Rousseff e a liberação de recursos tem sido um entrave, são mais de R$ 24 bilhões a serem transferidos, e não são. Só temos até abril pra abrir licitações,  são menos de 60 dias para colocar a casa em ordem”, diz preocupado o presidente da Assomasul.



Royalties e piso do professor: prefeitos e governadores pedem ao Congresso definições

Ter, 28 de Fevereiro de 2012 16:37 | Agência CNM




Agência LAR/CNMAgência LAR/CNMO presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, participou de reunião com os presidentes do Senado e da Câmara, José Sarney e Marco Maia, e diversos governadores para tratar de royalties e novo no piso do magistério. O encontro ocorreu na manhã desta quarta-feira, 28 de fevereiro, simultâneo a mobilização municipalista que reúne centenas de prefeitos no Congresso Nacional durante todo o dia.
Em relação ao royalties de petróleo, a expectativa dos prefeitos é de que o projeto  de lei aprovado no Senado Federal, no final de 2011, o PL 2.565/2011, seja aprovado pela Câmara dos Deputados ainda este semestre. Durante a reunião, os governadores também pediram mais agilidade na votação do projeto.


Prefeitos temem não cumprimento da LRF para pagar Piso dos Professores

Ter, 28 de Fevereiro de 2012 13:02 | Agência CNM



Agência CNMAgência CNMNa manhã desta terça-feira, 28 de fevereiro, a abertura da mobilização municipalista Estratégias e Ações para 2012 foi marcada pelos relatos de dificuldades de prefeitos que afirmam não terem como pagar o novo Piso Salarial dos Professores. Na tarde desta segunda-feira, 27, foi aprovado o aumento de 22% do Piso, o que, segundo estudo feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), causará um impacto de R$ 7 bilhões no orçamento municipal em 2012. O presidente da entidade, Paulo Ziulkoski, media o encontro que ocorre no auditório Petrônio Portela, no Senado Federal. Além do Piso, o encontro deve tratar de questões da Saúde, royalties e fim de mandato.


 

Novo piso do magistério complicará finanças municipais, impacto será de R$ 5,4 bi

Seg, 27 de Fevereiro de 2012 20:17 | Agência CNM

Raquel Montalvao


FNDEFNDEO valor do novo Piso Nacional do Magistério será R$ 1.451 de acordo com anúncio do Ministério da Educação (MEC) nesta segunda-feira, 27 de fevereiro. A divulgação do mínimo a ser pago aos professores deveria ter sido feita em janeiro, mas além de a correção, o MEC sinaliza que Municípios devem pagar os valores devidos aos professores retroativos a janeiro. 
De acordo com estudo da Confederação Nacional de Municípios (CNM), para a jornada de 40h semanais, o reajuste representa aumento de 22,22% sobre o valor do ano anterior. O presidente da CNM, Paulo Ziulkoski, demonstra preocupação: “o piso salarial é uma justa reivindicação, mas não pode causar desequilíbrio nas contas públicas”. 


Piso nacional do magistério de 2012 é definido em R$ 1.451

27/02/2012 - 17h06

Amanda Cieglinski
Repórter da Agência Brasil

Edição: Lana Cristina

Brasília – O Ministério da Educação (MEC) definiu em R$ 1.451 o valor do piso nacional do magistério para 2012, um aumento de 22,22% em relação a 2011. Conforme determina a lei que criou o piso, o reajuste foi calculado com base no crescimento do valor mínimo por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb) no mesmo período.


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