Seg, 12 de Março de 2012 17:28 | Agência CNM
Desde que a lei foi aprovada, o
presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo
Ziulkoski, tem alertado o Congresso Nacional e o governo para o custo da
demanda e a falta de condições de os Municípios cumprirem. “Se produz
lei, se dá prazo para cumprir, mas não se diz onde está o dinheiro para
aplicá-la”, salientou o líder municipalista mais uma vez.
De acordo com informações da CNM, dos 5.563 Municípios apenas 300 haviam elaborado os planos, há um ano atrás, e entre eles quatro capitais. Em entrevista a Agência Senado, Ziulkoski voltou a falar da dificuldade de implantar os programas de coleta seletiva e fechar os lixões até 2014. Ele estima que seja preciso construir mais de mil aterros sanitários no país. “Usando como base os aterros de pequeno porte que atingem 200 mil habitantes, os municípios brasileiros vão precisar levantar mais de R$ 52 bilhões para transformar os lixões em aterros sanitários dentro do prazo”, calculou.
De acordo com informações da CNM, dos 5.563 Municípios apenas 300 haviam elaborado os planos, há um ano atrás, e entre eles quatro capitais. Em entrevista a Agência Senado, Ziulkoski voltou a falar da dificuldade de implantar os programas de coleta seletiva e fechar os lixões até 2014. Ele estima que seja preciso construir mais de mil aterros sanitários no país. “Usando como base os aterros de pequeno porte que atingem 200 mil habitantes, os municípios brasileiros vão precisar levantar mais de R$ 52 bilhões para transformar os lixões em aterros sanitários dentro do prazo”, calculou.
Apesar de afirmar que o governo tem
colocado instrumentos à disposição das prefeituras, o diretor de
Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Silvano Costa,
reconhece o impacto das mudanças sobre os Municípios. De acordo com o
representante do governo, o MMA abriu edital para candidatos a receber
recursos destinados aos planos. O edital foi aberto em 2011, e até agora
apenas 23 intermunicipais foram contratados pela Caixa Econômica
Federal.
Até 2015, o Ministério das Cidades prevê
destinar R$ 1,5 bilhão aos resíduos sólidos. No entanto, para
habilitarem-se aos recursos, os Municípios deverão atender requisitos
como soluções regionalizadas, sustentabilidade econômica, ambiental e
social, com inclusão dos catadores na coleta seletiva regular.
Da Agência CNM, com informações da Agência Senado
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ass. Angelo Roncalli
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