Qui, 11 de Abril de 2013 15:57 Agência CNM
O
chamado Orçamento Impositivo está previsto nesta e em outras 16 PECs
que tramitam em conjunto na Casa. A Comissão ainda não foi instalada
porque os partidos precisam indicar os 42 integrantes (21 titulares e 21
suplentes). Mas, a previsão é de que no dia 16 de abril, próxima
terça-feira, ocorra a primeira reunião.
Como
qualquer PEC, esta do Orçamento Impositivo deve passar por duas
votações no plenário da Câmara, se for aprovada na Comissão Especial. Em
seguida, será enviada ao Senado Federal.
Brasil sem emendas
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) sempre se manifestou contrária a pratica de emendas parlamentares. Para o presidente Paulo Ziulkoski, os gestores municipais ficam reféns desses recursos, que podem se tornar um problema grave como os Restos a Pagar, que só em 2012 somavam mais de R$ 24 bilhões, como mostrou levantamento da CNM. “O risco é ainda maior, pois elas podem ser canceladas pelo governo federal”, adverte Ziulkoski.
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) sempre se manifestou contrária a pratica de emendas parlamentares. Para o presidente Paulo Ziulkoski, os gestores municipais ficam reféns desses recursos, que podem se tornar um problema grave como os Restos a Pagar, que só em 2012 somavam mais de R$ 24 bilhões, como mostrou levantamento da CNM. “O risco é ainda maior, pois elas podem ser canceladas pelo governo federal”, adverte Ziulkoski.
Os
problemas ocorrem porque as emendas são empenhadas – comprometidas – e
podem ser contigenciadas pelo governo, que decide isso se a arrecadação
ao decorrer do ano não for a prevista no Orçamento. “Se a prefeitura
inicia uma obra e não recebe as verbas prometidas pelos parlamentares,
terá de arcar com recursos próprios ou paralisar a obra” explica Paulo
Ziulkoski.
Para pôr fim a esses problemas, a Confederação lançará ainda este ano a campanha Brasil sem emendas.
O objetivo é conscientizar os prefeitos e a sociedade de que é possível
administrar sem precisar esperar por emendas parlamentares.
Cada
deputado e senador têm direito a até R$ 15 milhões em emendas. Existem
aquelas liberadas para os Estados, são as de bancada ou de comissão. No
Orçamento de 2013, está previsto R$ 20,51 bilhões só para a pratica de
emendas individuais para Municípios, que são o tema central da PEC
565/2006.
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ass. Angelo Roncalli
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