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A
decisão foi tomada a partir de irregularidades encontradas no cadastro
de profissionais no Sistema de Cadastro Nacional de Estabelecimentos de
Saúde (SCNES). Segundo o Ministério da Saúde a medida fiscalizadora visa
à transparência na aplicação de recursos da Atenção Básica e a
suspensão não é definitiva, mas para resolver o problema os Municípios
deverão corrigir as irregularidades no SCNES.
A
Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta que a medida punitiva
aos Municípios acarreta prejuízo de mais de R$ 5 milhões por mês. Isso
irá onerar as finanças municipais uma vez que os Municípios atingidos
terão que manter as equipes com recursos próprios até que as
irregularidades sejam sanadas.
Essa
medida ameaça a manutenção da Estratégia Saúde da Família nos
Municípios brasileiros, diz o presidente da CNM, Paulo Ziulkoski. Em
2011 foram 2.500 Municípios que tiveram os incentivos suspensos e alguns
estão até hoje sem solução, mantendo as equipes com recursos próprios.
“É
sabido que o incentivo federal do PSF é insuficiente para a manutenção
da equipe e, na maioria dos Municípios não cobre sequer despesas
decorrentes da contratação dos profissionais médicos. Além da
dificuldade de fixação dos profissionais e outras fragilidades do
programa, com a suspensão dos incentivos federais, o programa sofre
ameaça de extinção em vários Municípios”, ressalta Ziulkoski.
* Veja a portaria aqui
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ass. Angelo Roncalli
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