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terça-feira, 27 de março de 2012

Câmara vai votar Lei da Copa nesta quarta e Código Florestal em abril

27/03/2012 20:58

 

Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Maria Clarice Dias

 

Um acordo fechado entre os líderes partidários e o presidente da Câmara, Marco Maia, na noite desta terça-feira, superou o impasse que impediu as votações nas últimas duas semanas.
Arquivo - Bernardo Hélio
Bruno Araújo
Bruno Araújo espera derrubar venda de bebidas alcoólicas nos estádios.
Os líderes partidários chegaram a um consenso e decidiram votar nesta quarta-feira a Lei Geral da Copa (PL 2330/11) e deixar a votação do Código Florestal (PL 1876/99) para o mês de abril. O acordo foi costurado pelo presidente da Câmara, Marco Maia, que está exercendo interinamente a Presidência da República.



quinta-feira, 22 de março de 2012

Lei Geral da Copa é adiada novamente por causa de impasse sobre Código Florestal

21/03/2012 19:23
 

Reportagem – Eduardo Piovesan e Janary Júnior
Edição – Pierre Triboli

Beto Oliveira
Sessão deliberativa extraordinária
Plenário encerrou sessão após vários partidos terem decidido obstruir a votação.
 
Partidos da base aliada e da oposição favoráveis à votação do projeto de reforma do Código Florestal conseguiram, pelo segundo dia consecutivo, inviabilizar a apreciação da proposta da Lei Geral da Copa (PL 2330/11), único item previsto para sessões extraordinárias do Plenário nesta quarta-feira.
O adiamento aconteceu depois que PMDB, PPS, PSD, DEM, PR, PTB, PDT e PSC anunciaram obstrução em Plenário até que o governo concorde em votar o texto do Senado para o Código Florestal (PL 1876/99). Os deputados favoráveis ao novo código esvaziaram a sessão, que foi encerrada pelo presidente da Câmara, Marco Maia, por falta de quórum.
O projeto da Lei Geral da Copa só deverá voltar à pauta na próxima semana. Nesta quinta-feira (22), haverá sessão plenária às 9h30 para votar propostas que criam varas no Judiciário (PLs 1828, 1832 e 1835, de 2011).


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terça-feira, 20 de março de 2012

Partidos cobram votação do Código Florestal e adiam Lei Geral da Copa

20/03/2012 20:32

 

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Reportagem - Janary Júnior e Marcello Larcher
Edição – Wilson Silveira

Texto que deverá ser votado não libera explicitamente a venda de bebidas alcoólicas nos estádios durante a Copa.
J.Batista
Presidente da Câmara, Marco Maia, em reunião do Colégio de Líderes
PSDB e DEM ameaçaram obstruir sessões se não for marcada a votação do Código Florestal.
Os líderes partidários não chegaram a um acordo para votar nesta terça-feira o projeto da Lei Geral da Copa (PL 2330/11), prioridade do Executivo no Plenário. O presidente da Câmara, Marco Maia, disse que não há mais polêmicas sobre o texto, mas informou que diversos deputados pediram o adiamento da votação até que seja definida uma data para votar o novo Código Florestal (PL 1876/99).


quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

Câmara votará 'royalties' e Código Florestal logo no início de 2012

CÂMARA
20/12/2011 - 21h01


O presidente da Câmara, Marco Maia, informou nesta terça-feira (20) que logo no começo do ano legislativo de 2012 a Casa vai votar propostas consideradas polêmicas e que foram adiadas neste final de ano. Os temas principais são dois textos aprovados pelo Senado: o da divisão dos royalties do petróleo (PL 2565/11) e o do novo Código Florestal (EMS 1876/99).

A informação é da Agência Câmara.
Da Redação / Agência Senado
 
 
 
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Marco Maia: votação do Código Florestal deve ficar para o início de 2012

07/12/2011 21:46

Marco Maia: votação do Código Florestal deve ficar para o início de 2012 

 

Reportagem - Renata Tôrres/Rádio Câmara
Edição – Maria Clarice Dias
J.Batista
Reunião de Líderes para discutir a pauta de votação
A pauta de votações da próxima semana foi fechada entre o presidente Marco Maia e os líderes.
O presidente da Câmara, Marco Maia, disse que é pouco provável a votação, ainda neste ano, do projeto que altera o Código Florestal, aprovado pelo Senado na terça-feira (6). O presidente afirmou que a proposta tem muitos pontos polêmicos para serem debatidos em poucas sessões antes do recesso parlamentar, e lembrou que a pauta das sessões extraordinárias do Plenário está trancada pela urgência do projeto que cria o fundo de previdência complementar do servidor público federal (PL 1992/07).
"Essa é uma matéria que ficará, provavelmente, para o início do próximo ano. De qualquer forma, o compromisso que eu tenho com as bancadas, com os partidos, é de viabilizar a votação do Código Florestal o mais rapidamente possível, e ela deverá ser uma das primeiras matérias a entrar na pauta de votações em 2012", disse Maia.



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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Novo Código Florestal é aprovado e volta à Câmara dos Deputados

PLENÁRIO / VOTAÇÕES
06/12/2011 - 23h56
Novo Código Florestal é aprovado e volta à Câmara dos Deputados 
 Da Redação / Agência Senado
[Foto]
Depois de mais de seis horas de debate, o Plenário aprovou o novo Código Florestal (PLC 30/2011), na forma de substitutivo dos senadores Luiz Henrique (PMDB-SC) e Jorge Viana (PT-AC) para o texto do então deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), hoje ministro do Esporte. O texto, que traça os limites entre a preservação de vegetação nativa e as diversas atividades econômicas, tanto no campo quanto nas cidades, volta agora à Câmara dos Deputados, que deve deliberar sobre a matéria até o fim do ano.

O texto-base de Luiz Henrique e Jorge Viana foi aprovado em primeiro turno com 59 votos a favor e 7 contrários. Em turno suplementar, de um total de 78 emendas, Jorge Viana acolheu 26, a maioria referente a mudanças de redação. As demais foram rejeitadas em bloco. Quatro destaques, votados separadamente, também foram rejeitados.



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terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Começa a votação do Código Florestal e discussão da DRU

PLENÁRIO / VOTAÇÕES
06/12/2011 - 17h05
Começa a votação do Código Florestal e discussão da DRU 
 
Da Redação / Agência Senado
[Foto]
O Plenário do Senado começou, por volta das 17h, a votação do novo Código Florestal (PLC 30/2011), que tramita em regime de urgência.

O primeiro item da pauta do Plenário era a regulamentação da Emenda 29 - projeto ao qual a oposição dá prioridade, mas requerimento para inversão da pauta foi aprovado, com 55 votos favoráveis, 19 contrários e uma abstenção.
O Plenário inverteu a pauta e o primeiro item nesta terça-feira (6) passou a ser a Proposta de Emenda à Constituição 114/2011, que prorroga para 2015 a Desvinculação de Receitas da União (DRU), para a qual o governo não abre mão de rápida votação. O último dia da DRU, caso não seja renovada, é 31 de dezembro.
A inversão serviu para que se conte formalmente a terceira sessão de discussões da DRU. Não chegou a haver debate da matéria. Os senadores passaram a discutir efetivamente o Código Florestal.
A ação para garantir a votação do Código só foi possível porque o líder do PT no Senado, senador Humberto Costa (PE) ainda não apresentou seu relatório sobre a regulamentação da Emenda 29 (PLS 121 - complementar). Na semana passada, o presidente da Casa, senador José Sarney (PMDB-AP) havia oferecido a ele um prazo de 24 horas para apresentar seu parecer ao Plenário. O prazo não foi cumprido.
[Lia de Paula/Agência Senado]
A inversão de pauta foi alvo de protestos veementes das lideranças da oposição, a senadora Marinor Brito (PSOL-AP), Alvaro Dias (PSDB-PR) e José Agripino (DEM-RN). O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) chegou a apresentar uma questão de ordem, com base no Regimento Interno, segundo a qual a regulamentação da Emenda 29 teria preferência, por já ter sua discussão iniciada em sessão anterior. O presidente do Senado, José Sarney, afirmou que a matéria não estava devidamente instruída, não tendo então sua discussão iniciada.
Demóstenes Torres acusou veementemente o líder do governo, Romero Jucá (PMDB-RO), e a Mesa, de descumprirem um acordo de líderes. O presidente do Senado lembrou a Demóstenes já ter acertado com a oposição que o Código Florestal teria preferência à regulamentação da Emenda 29. Demóstenes, apoiado por Marinor Brito, manteve sua discordância em relação à decisão de Sarney.
O Palácio do Planalto tenta jogar a votação do PLS relatado por Humberto para o ano que vem, na tentativa de reduzir a previsão de receita da saúde. Atualmente o texto estima que 10% de toda a receita da União seja direcionada a essa área, mas o governo insiste não ser possível



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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Código Florestal: regularização de atividades existentes até 2008 deve voltar à discussão

ESPECIAL
01/12/2011 - 17h11
Código Florestal: regularização de atividades existentes até 2008 deve voltar à discussão 
[Senador Randolfe Rodrigues.    ]
A adoção da data de 22 de julho de 2008 como marco para definir área rural consolidada é um dos aspectos mais polêmicos do novo Código Florestal (PLC 30/2011) e deve voltar à discussão na próxima terça-feira (6) em Plenário. Para o senador Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), que deverá apresentar pelo menos 19 emendas ao texto, a possibilidade de regularização de atividades existentes até essa data significa anistia aos desmatadores.

A data coincide com a publicação do Decreto 6.514/2008, que define penas para crimes previstos na Lei de Crimes Ambientais (Lei 9.605/1998). Outros senadores, como Eduardo Braga (PMDB-AM) e Aloysio Nunes (PSDB-SP), também questionaram a data quando da tramitação da matéria nas comissões permanentes. Aloysio Nunes chegou a apresentar emenda na Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) para alterar o marco temporal para 2001, ano da última atualização de norma sobre uso de área protegida (Medida Provisória 2.166-67/2001), mas a sugestão foi rejeitada.
Randolfe também fará propostas para impedir a redução de área de reserva legal na Amazônia; para ampliar a exigência de recuperação de mata no entorno de nascentes, e uma terceira para suprimir o capítulo que trata da regularização de atividades consolidadas em áreas de preservação. O parlamentar informou que as mudanças sugeridas por ele contam com o apoio dos senadores João Capiberibe (PSB-AP), Lindbergh Farias (PT-RJ), Paulo Davim (PV-RN) e Antônio Carlos Valadares (PSB-SE). 
Mais rigor
O senador Demóstenes Torres (DEM-GO) também pretende apresentar duas emendas ao projeto. Em uma delas, o parlamentar propõe modificar a Lei de Crimes Ambientais, de modo a aumentar as penas para quem desmatar APPs e outras áreas protegidas.
Com a outra emenda, Demóstenes quer abolir a possibilidade de áreas declaradas como de 'interesse social' serem consideradas de preservação permanente por ato do Poder Executivo. A possibilidade, prevista no projeto, abriria brecha para o surgimento de uma "indústria" de áreas protegidas, na opinião do senador.


Iara Guimarães Altafin / Agência Senado
 
 
 
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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Código Florestal passa na CMA e vai a Plenário com pedido de regime de urgência

COMISSÕES / MEIO AMBIENTE
24/11/2011 - 18h29
Código Florestal passa na CMA e vai a Plenário com pedido de regime de urgência
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  Iara Guimarães Altafin / Agência Senado
 
[Foto: Geraldo Magela / Agência Senado]

Após a aprovação do texto base do substitutivo, na quarta-feira (23), foram apresentados 77 destaques ao projeto, dos quais apenas quatro foram aprovados na reunião da CMA desta quinta-feira. Uma dessas emendas impede a regularização de atividades consolidadas em Áreas de Preservação Permanente (APP) em imóveis localizados nos limites de unidades de conservação de proteção integral, criadas até a data de promulgação do novo Código Florestal. A emenda, de autoria do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP), também determina que o proprietário deva recuperar a área, seguindo os prazos previstos na nova lei.


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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Jorge Viana inclui normas para recomposição de APPs e capítulo para agricultura familiar no Código Florestal

COMISSÕES / MEIO AMBIENTE
21/11/2011 - 11h24
Jorge Viana inclui normas para recomposição de APPs e capítulo para agricultura familiar no Código Florestal 
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Iara Guimarães Altafin / Agência Senado

[Foto: Jorge Viana ao lado do presidente da CMA, Rodrigo Rollemberg]


O relator do projeto de novo Código Florestal Entenda o assunto na Comissão de Meio Ambiente (CMA), senador Jorge Viana (PT-AC), apresentou substitutivo do texto nesta segunda-feira (21), incluindo, entre outras alterações, regras para recomposição de Área de Preservação Permanente (APP) desmatadas irregularmente, normas para áreas protegidas nas cidades e capítulo específico sobre agricultura familiar.

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quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Recuperação de mata ciliar é desafio para novo Código Florestal

COMISSÕES / MEIO AMBIENTE 
Iara Guimarães Altafin / Agência Senado
 16/11/2011 - 15h12
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Recuperação de mata ciliar é desafio para novo Código Florestal 
[Foto: Lia de Paula / Arquivo Senado]
Vencer as divergências quanto às regras para recuperação de Área de Preservação Permanente (APP) nas margens de rios será um dos maiores desafios da Comissão de Meio Ambiente (CMA), última a votar o projeto de reforma do Código Florestal (PLC 30/11) antes do Plenário. As regras para recompor matas ciliares e as demais modificações que o relator, senador Jorge Viana (PT-AC), submeterá à comissão nesta quinta-feira (17) devem resultar de acordo entre os senadores, mas também precisarão do aval dos deputados.

Como o projeto voltará à Câmara, para análise das mudanças feitas pelo Senado, diversos senadores têm manifestado preocupação em negociar antecipadamente com os deputados as alterações no texto. Na opinião do senador Waldemir Moka (PMDB-MS), um dos que têm trabalhado na interlocução com a Câmara, o Senado deverá aprovar assegurar a continuidade de atividades consolidadas em APPs e proteger agricultores que tenham propriedades de até quatro módulos fiscais.

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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Governo trabalha por ajustes em seis aspectos do novo Código Florestal

COMISSÕES / MEIO AMBIENTE
11/11/2011 - 16h43
Governo trabalha por ajustes em seis aspectos do novo Código Florestal 
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          Iara Guimarães Altafin / Agência Senado

[Bráulio Ferreira Dias, secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente, fala na CMA.  ]
O governo reconhece avanços no projeto de novo Código Florestal a partir das mudanças já aprovadas no Senado, mas ainda espera que sejam feitos ajustes antes da votação final do texto, conforme afirmou Bráulio Ferreira Dias, secretário de Biodiversidade e Florestas do Ministério do Meio Ambiente. Ele participou nesta sexta-feira (11) de audiência pública na Comissão de Meio Ambiente (CMA).

Na opinião do secretário, pelo menos seis aspectos precisariam ser melhorados: incentivos econômicos para manutenção de florestas; parâmetros para a recuperação de mata ciliar; regramento para suspensão de multas por desmatamento ilegal; critérios para compensação florestal; estímulos para recuperação de área degradada; e normas para evitar incêndios florestais.

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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Estados poderão definir atividades de baixo impacto em APP

COMISSÕES / CÓDIGO FLORESTAL
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10/11/2011 - 11h58

[Na bancada E/D:senador Luiz Henrique (PMDB-SC); senador Jorge Viana (PT-AC).]

O senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) poderá apresentar emenda ao projeto de novo Código Florestal (PLC 30/2011) estabelecendo que atividades de baixo impacto ambiental permitidas em Área de Preservação Permanente (APP) sejam definidas em lei estadual, a ser criada a partir de proposta dos conselhos estaduais de meio ambiente.
A possibilidade foi considerada pelo senador durante audiência pública realizada nesta quinta-feira (10) na Comissão de Meio Ambiente (CMA), que discutiu as implicações do novo código nas bacias hidrográficas. Luiz Henrique foi o relator do projeto nas comissões de Justiça (CCJ), Agricultura (CRA) e Ciência e Tecnologia (CCT), onde teve seu relatório aprovado.
O texto agora tramita na CMA e, conforme acordo com o relator da matéria nesta comissão, Jorge Viana (PT-AC), Luiz Henrique apresentará emenda contemplando situações excepcionais de atividades consolidadas em APP que serão regularizadas e estarão fora da obrigação de recomposição.
- Negociamos que serão exigidos os 15 metros [de recomposição de mata ciliar em rios de até 10 metros de largura] como regra geral para o Brasil e nós teremos de construir as exceções do que fica [na APP] e o senador Luiz Henrique vai fazer a emenda com o novo regramento - explicou Jorge Viana.
Com esse propósito e frente à diversidade de atividades de baixo impacto ambiental consolidadas no país, Luiz Henrique disse considerar a possibilidade de delegar às assembleias legislativas a responsabilidade de criar leis para regularizar as excepcionalidades, a partir de proposta do conselho estadual de meio ambiente.
- O projeto de lei original teria o embasamento ético, moral e consistente de um conselho estadual do meio ambiente. Talvez nós possamos encontrar aí o veio desse caminho que possa viabilizar, com absoluta segurança jurídica, com absoluto resguardo do patrimônio ambiental, essas questões. 


Iara Guimarães Altafin / Agência Senado
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quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Comissões aprovam novo Código Florestal, mas destaques ficam para esta quarta

COMISSÕES / CÓDIGO FLORESTAL
 08/11/2011 - 13h27
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[Foto: comissões de Agricultura (CRA) e Ciência e Tecnologia (CCT)]


Em reunião nesta terça-feira (8), as comissões de Agricultura (CRA) e de Ciência e Tecnologia (CCT) aprovaram o texto base do relatório do senador Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) sobre o projeto do novo Código Florestal Entenda o assunto (PLC 30/2011). No entanto, a votação dos destaques apresentados ao relatório ficou para esta quarta-feira (9), também em reunião conjunta das duas comissões.

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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

CDH debate Código Florestal com trabalhadores sem terra e CNBB

COMISSÕES / DIREITOS HUMANOS
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27/10/2011 - 18h41 / FONTE: Agência Senado
[Foto]

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realiza audiência pública na segunda-feira (31), às 9h, para discutir o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 30/2011, que trata do novo Código Florestal.

Deverão participar da audiência representantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra, de povos indígenas, de quilombolas e da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), além de especialistas no assunto.
De um modo geral, todos os convidados para a audiência pública têm expressado posições contrárias ao relatório do deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP) sobre o assunto.
O senador Luiz Henrique (PMDB-SC), relator do projeto nas comissões de Agricultura (CRA) e Ciência e Tecnologia (CCT), apresentou um substitutivo ao texto de Aldo Rebelo nesta semana.
No dia 21 do mês passado, data em que foi comemorado o Dia da Árvore, em evento na CNBB, o secretário-geral da entidade, Dom Leonardo Steiner - um dos convidados para a audiência pública - mencionou vários pontos do texto do Código Florestal aprovado pelos deputados que, na avaliação da CNBB, precisariam ser alterados.
Na opinião de Dom Leonardo Steiner, o novo código precisa garantir a conservação e o uso sustentável das florestas em todos os biomas brasileiros e tratar de forma diferenciada agricultores familiares e populações tradicionais.
Além de Dom Leonardo Steiner, estão convidados para a reunião o ex-ministro do Meio Ambiente José Carlos Carvalho; o advogado e coordenador do Programa de Política e Direito do Instituto Socioambiental; o dirigente do MST João Paulo Rodrigues Santos; a representante da Comissão Nacional Permanente da Articulação dos Povos Indígenas (Apib), Rosane de Mattos; o secretário-executivo do Conselho Indigenista Missionário, Cleber Cezar Buzato; e o coordenador nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas, Ivo Fonseca.

 
Laércio Franzon / Agência Senado
  

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