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quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Muitas promessas para pouca verba nos caixas das prefeituras

Campanhas 
  O tempo  
11 set 2012    
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A dificuldade financeira dos municípios não inibe os candidatos de prometerem muitas obras
Muitas promessas para pouca verba nos caixas das prefeituras
Municípios só conseguem pagar pessoal e sustentar serviços básicos
 
GUSTAVO PRADO
Se eleger-se prefeito de uma cidade é uma tarefa complicada, cumprir as promessas feitas durante a campanha pode se tornar impossível, de acordo com as realidades financeiras dos municípios. Sem obter grandes receitas, as cidades, principalmente, as menores, vivem reféns do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), que, quase sempre, não é suficiente para arcar com o pagamento da folha de pessoal e dos serviços básicos de uma cidade, como o recolhimento de lixo.

De acordo com o presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM), cerca de 70% dos municípios mineiros têm como principal fonte de recurso o FPM - transferência constitucional da União para os municípios -, composto de 22,5% da arrecadação do Imposto de Renda e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). A falta de recursos, entretanto, não impede os candidatos de apresentarem inúmeras propostas que, diante do quadro financeiro, são impossíveis.


Para o presidente da associação, os prefeitos e candidatos devem ter atenção em relação às propostas de campanha. "O candidato tem que ficar muito atento aos compromissos que irá fazer. É muito fácil fazer promessas para atender o que as pessoas querem, mas a capacidade de investir no município com recursos próprios é praticamente zero", disse Ângelo Roncalli.


O presidente da AMM ainda chamou a atenção para a realidade financeira das cidades de Minas. "Infelizmente, muitos municípios estão com dificuldades. O dinheiro dá apenas para pagar as contas e manter a cidade limpa. Não tem mágica", revelou Roncalli.


Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM), lembra que cada município tem a sua realidade, mas que a maioria dos candidatos desconhece como administrar um município. "A ampla maioria não conhece a realidade da cidade e formula propostas de maneira muito pessoal. Com isso, eles acabam ganhando as eleições e, depois, não têm como cumprir as promessas", afirmou.


Após mais de três anos e meio de mandato e com conhecimento da saúde financeira da cidade, José Benedito Nunes Neto (PT), candidato à reeleição em Janaúba, no Norte de Minas, admite as dificuldades no orçamento, mas prevê intervenções na cidade. "Com o crescimento da cidade, esperamos novas fontes de receita que nos possibilitem inaugurar um parque industrial e expandir a rede de esgoto", disse o petista.


Em Nova União, na região Central do Estado, Moacir Barbosa Figueiredo (PP), que pleiteia o segundo mandato, quer investir na infraestrutura, mesmo sabendo que não tem recursos em caixa. "Temos projetos para a pavimentação da malha rodoviária municipal, para o transporte de passageiros e para toda a infraestrutura".


Segundo o prefeito e candidato à reeleição em Igaratinga, na região Centro-Oeste, Fábio Alves Costa Fonseca (PDT), a falta de recursos retirou outros nomes da disputa. Ele é o único candidato. O prefeito tem feito quatro promessas. "Temos projeto para criação do parque industrial, para a construção de moradias, o asfaltamento da MG-430, no trecho que liga a cidade a Divinópolis, e para melhorar a saúde’.

Impostos
Isenção reduz fatia do FPM
Os recursos já limitados dos municípios sofreram ainda mais com a redução e isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) promovidos pelo governo federal. O IPI é um dos dois impostos que compõem o Fundo de Participação dos Municípios (FMP).

De acordo com a Associação Mineira de Municípios (AMM), somente em julho, os municípios mineiros tiveram uma redução de mais de 35% no valor repassado pela União. No levantamento da associação, somente nos meses de junho e julho, as cidades de Minas deixaram de receber mais de R$ 250 milhões.

"Tivemos além da redução do IPI, o aumento da devolução do Imposto de Renda e o aumento do salário mínimo. Isso nos preocupa. A gente compreende a preocupação do país em mexer com a economia, mas isso é fazer gracinha com o chapéu alheio", cutucou Ângelo Roncalli, presidente da AMM.

Cidades como Igaratinga, Nova União, Janaúba, Belo Oriente, por exemplo, sofreram com a perda de recursos do FMP. A dificuldade, nas quatro cidades, foi sentida diretamente nas administrações, que tiveram que escalonar o pagamento dos salários dos servidores.

"Esse mês não conseguimos pagar todos os funcionários no último dia 30. Pagamos os comissionados no dia 10 de setembro. A queda do FPM tem afetado muito", afirmou o prefeito de Igaratinga, Fábio Alves Costa Fonseca (PDT).

"Foi uma pancada na arrecadação dos municípios. O fluxo de obras terá que ser de acordo com a força financeira", avaliou o prefeito de Nova União, Moacir Barbosa Figueiredo (PP). (GP)

quinta-feira, 28 de junho de 2012

Contas sujas poderão participar das eleições deste ano, decide TSE

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28/06/2012 - 21h20
 

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Débora Zampier
Repórter da Agência Brasil

Edição: Aécio Amado
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Brasília – Os políticos que tiveram contas de campanha rejeitadas pela Justiça poderão participar das eleições deste ano, segundo decidiu o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) na noite de hoje. Por maioria de 4 votos a 3, o tribunal desfez decisão da própria corte que impedia a candidatura dos chamados contas sujas.
O julgamento foi retomado com o voto vista do ministro Antonio Dias Toffoli, que desempatou o placar de 3 votos a 3. Para Toffoli, a apresentação das contas de campanha – independentemente de elas serem aprovadas ou não – é suficiente para deixar o candidato quite com a Justiça Eleitoral.
O ministro ressaltou, no entanto, que caso as contas sejam apresentadas sem documentos, “de forma fajuta”, a Justiça irá desconsiderá-las e o político será barrado. Durante a proclamação do resultado, o ministro Henrique Neves fez questão de ressaltar que a decisão diz respeito apenas a contas de campanha, e que os gestores públicos com a contabilidade reprovada por tribunal de contas continuam inelegíveis, conforme determina a Lei da Ficha Limpa.
Os ministros analisaram um pedido do PT e de mais 17 partidos para que o TSE reavaliasse a decisão de março deste ano que, por 4 votos a 3, passou a exigir a aprovação das contas de campanha para liberar candidaturas. A decisão tornou mais rigorosa a regra vigente até então – retomada esta noite – que pedia apenas a apresentação da contabilidade dos candidatos.
A inversão do placar foi possível porque, de março para cá, a composição do TSE mudou, com a entrada dos ministros Antonio Dias Toffoli no lugar de Ricardo Lewandowski e do ministro Henrique Neves substituindo Marcelo Ribeiro.
Toffoli seguiu a posição dos ministros Gilson Dipp, Henrique Neves e Arnaldo Versiani. Eles defenderam que o TSE havia extrapolado o que a lei exige ao cobrar a aprovação das contas. Na outra vertente, estavam os ministros Nancy Andrighi Cármen Lúcia e Marco Aurélio, para quem a intenção da lei é moralizar a atuação política, mesmo que isso não estivesse escrito expressamente no texto.
 

Câmara adia para a próxima semana votação de projeto sobre redistribuição dos royalties do petróleo

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27/06/2012 - 21h22
 

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Iolando Lourenço e Ivan Richard
Repórteres da Agência Brasil

Edição: Aécio Amado
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Brasília - A falta de acordo para a votação do projeto de lei que fixa em 30 horas a carga semanal de trabalho dos profissionais da área de enfermagem (enfermeiros, técnicos, auxiliares de enfermagem e parteiras) adiou a votação, na Câmara, da proposta que trata da redistribuição dos royalties do petróleo. Marcada para hoje (27), a votação só deve voltar à pauta na próxima semana.
Como parte da bancada governista é contrária à diminuição da jornada dos profissionais de enfermagem, o líder do PT, deputado Jilmar Tatto (SP), declarou obstrução na sessão extraordinária iniciada na manhã de hoje. Com isso, a votação da proposta foi adiada para a sessão da tarde, juntamento com a proposta sobre os royalties. Contudo, os líderes não chegaram a um acordo e as as votações foram suspensas sob protestos de profissionais de enfermagem que acompanhavam a sessão das galerias da Câmara.
Antes da obstrução, os deputados aprovaram em votação simbólica o projeto de lei que estabelece normas para a organização e o funcionamento das cooperativas de trabalho no Brasil. O projeto cria o Programa Nacional de Fomento às Cooperativas de Trabalho, garantindo ao cooperado direitos como repouso semanal remunerado, seguro sobre acidente de trabalho, jornada máxima de oito horas e pagamento de hora extra. Como a matéria foi aprovada pelos senadores, será encaminhada à sanção presidencial.
Também foi aprovado o projeto de lei que cria uma Política Nacional de Irrigação no Brasil. De acordo com o texto, a política de irrigação tem por objetivo incentivar a ampliação da área irrigada e aumentar a produtividade “em bases ambientais sustentáveis”. A proposta visa a reduzir os riscos climáticos oriundos da seca ou da irregularidade de chuvas em todo o país. O texto também prevê o incentivos a projetos privados de irrigação.
 

Ficha Limpa é tema no Seminário Mineiro de Estudos Eleitorais

 
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AMM


Instituída no dia 16 fevereiro de 2012, a Lei da ficha limpa ou Lei Complementar nº. 135/2010 torna inelegível, por oito anos, um candidato que tiver o mandato cassado, renunciar para evitar a cassação ou for condenado por decisão de órgão colegiado, mesmo que ainda exista a possibilidade de recursos. Em fevereiro de 2012, o Supremo Tribunal Federal (STF) considerou a lei constitucional e válida para as próximas eleições que forem realizadas no Brasil, sendo as eleições municipais deste ano a primeira com a lei em vigor.
A nova lei foi originada de um projeto de iniciativa popular que reuniu cerca de 1,6 milhões de assinaturas. Assim, buscando sanar as dúvidas dos gestores mineiros com relação à Lei da Ficha Limpa, a Associação Mineira de Municípios – AMM vai debater a Lei da Ficha Limpa no Seminário Mineiro de Estudos Eleitorais.
Para discutir o assunto a AMM vai contar com palestrantes de renome nacional como a Advogada e Professora de Direito Eleitoral, doutora Maria Cláudia Bucchianeri Pinheiro e o Presidente da Associação dos Magistrados do Mato Grosso do Sul, Olivar Augusto Roberti Coneglian.
Portanto, as eleições 2012 representam um momento de grande mudança para Minas Gerais. Os novos Prefeitos terão grandes desafios nos próximos quatro anos. Além de cumprir com as obrigações normais de seus municípios, terão que administrar a escassez nos recursos e a necessidade de se adaptarem às novas normas da administração pública.
O Seminário Mineiro de Estudos Eleitorais será realizado nesta quinta-feira, 28 de junho, no Auditório Paulo Camillo no BDMG Cultural na Rua Bernardo Guimarães, 1600, Lourdes, Belo Horizonte. As inscrições estão esgotadas.

terça-feira, 26 de junho de 2012

Partidos políticos podem escolher candidatos até sábado

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TSETSEOs partidos políticos tem até sábado, 30 de junho, para realizar suas convenções e definir coligações e escolher seus candidatos a prefeitos, vice-prefeitos e vereador nas eleições de 2012.

O prazo de realização das convenções vai de 10 a 30 de junho do ano do pleito e é determinado pela Lei das Eleições 9.504/1997.

Escolhidos os candidatos, os partidos e coligações têm até às 19h do dia 5 de julho para apresentar no cartório eleitoral competente o pedido de registro de candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador. A partir do dia 6 de julho, os candidatos podem começar a fazer propaganda eleitoral.

 
 
 

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Marco Maia diz que vai colocar projeto de lei de distribuição dos royalties do petróleo em votação

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14/06/2012 - 18h08
 

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Roberta Lopes
Repórter da Agência Brasil

Edição: Fábio Massalli

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O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), disse hoje (14) que deverá colocar em votação no plenário da Casa proposta de projeto de lei de distribuição dos royalties do petróleo depois que a pauta da Casa for liberada. Duas medidas provisórias (561/12 e 562/12), com prazo vencido, impedem as votações.
Maia disse que o relatório do deputado Carlos Zarattini (PT-SP) não agrada a todos, mas há um entendimento médio sobre a questão. “ Há um entendimento médio de todos os parlamentares em relação à justeza da proposta do relator Carlos Zarattini. Havendo a possibilidade de votação, vamos votar o relatório. Minha vontade é votar antes do recesso em 15 de julho”, disse.
O projeto de lei define como será o repasse de recursos oriundos da exploração do petróleo para estados e municípios produtores.


quarta-feira, 4 de abril de 2012

Prefeitura e Estado iniciam ano arrecadando abaixo do previsto



Queda sentida pelos governos nos primeiros meses é atribuída aos efeitos da crise econômica mundial
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Maurício de Souza
Anastasia
Anastasia inaugurou, na última terça-feira (3), a central termoelétrica da ETE Arrudas, em Sabará


O Estado e a Prefeitura de Belo Horizonte começaram o ano com arrecadações abaixo do previsto. O governo estadual fechou fevereiro com receita de R$ 1,3 bilhão a menos que o mês anterior. Já a administração da capital esperava arrecadar R$ 1,8 bilhão no primeiro bimestre, no entanto, finalizou o período com R$ 1,4 bilhão em caixa. Na prática, Estado e município têm menos dinheiro do que os gestores esperavam. As informações são dos boletins divulgados pela Secretaria Estadual da Fazenda e pela prefeitura.


terça-feira, 27 de março de 2012

Deputados não chegam a acordo sobre nova distribuição dos royalties

27/03/2012 16:47

 

Reportagem – Carolina Pompeu
Edição - Juliano Pires

 

Leonardo Prado
Reunião Ordinária.  Pauta: apreciação do relatório do dep. Carlos Zarattini, coordenador.
Esta foi a segunda reunião do grupo de trabalho coordenado por Zarattini (à esquerda).
 
A falta de acordo marcou reunião realizada nesta terça-feira (27) pelo grupo de trabalho da Câmara destinado a analisar a partilha dos royalties do petróleo (PL 2562/11, do Senado). Na semana passada, o colegiado havia concordado que estados e municípios produtores não teriam perdas em suas receitas da exploração do óleo. Segundo o relator do grupo, deputado Carlos Zarattini (PT-SP), esse princípio será mantido, mas ainda não há definição sobre o modelo de distribuição que será votado em plenário.


Câmara vai votar Lei da Copa nesta quarta e Código Florestal em abril

27/03/2012 20:58

 

Reportagem – Carol Siqueira
Edição – Maria Clarice Dias

 

Um acordo fechado entre os líderes partidários e o presidente da Câmara, Marco Maia, na noite desta terça-feira, superou o impasse que impediu as votações nas últimas duas semanas.
Arquivo - Bernardo Hélio
Bruno Araújo
Bruno Araújo espera derrubar venda de bebidas alcoólicas nos estádios.
Os líderes partidários chegaram a um consenso e decidiram votar nesta quarta-feira a Lei Geral da Copa (PL 2330/11) e deixar a votação do Código Florestal (PL 1876/99) para o mês de abril. O acordo foi costurado pelo presidente da Câmara, Marco Maia, que está exercendo interinamente a Presidência da República.



quinta-feira, 15 de março de 2012

Marco Maia cria grupo de trabalho para estudar dívidas dos estados


15/03/2012 - 19h12

Iolando Lourenço
Repórter da Agência Brasil
  
Edição: Aécio Amado

Brasília - O presidente da Câmara, deputado Marco Maia (PT-RS), criou hoje (15) um grupo de trabalho para acompanhar e analisar a questão da dívida dos estados com a União. O grupo terá como missão estudar alternativas e propostas visando a repactuar as dívidas dos estados com o governo federal. Para isso, os integrantes do colegiado deverão ouvir os governadores a fim de encontrar uma saída para a questão do pagamento das dívidas.
Constituído por 12 deputados, um de cada um dos 12 maiores partidos da Casa, o grupo irá analisar também os projetos de lei que tramitam na Câmara sobre a questão das dívidas dos estados. Entre as propostas que tramitam na Câmara está um projeto de lei (PL 3.558/04) que reduz de 13% para 5 % o comprometimento das receitas correntes líquidas para amortização da dívida dos estados.
“O Brasil está vivendo um novo momento econômico em que a União vem arrecadando mais a cada ano. Renegociar as dívidas significa viabilizar novos investimentos nos estados e, por consequência, a melhoria da vida do povo brasileiro”, disse Marco Maia.
 

Alberto Pinto Coelho defende novo municipalismo

 
17h46m - 14 de Março de 2012 Atualizado em 01h27m
FONTE: AGÊNCIA MINAS  


Vice-governador participou da abertura do II Congresso Mineiro de Vereadores
Omar Freire/Imprensa MG
Vice-governador durante abertura do II Congresso Mineiro de Vereadores
Vice-governador durante abertura do II Congresso Mineiro de Vereadores
O vice-governador Alberto Pinto Coelho participou, nesta quarta-feira (14), em Belo Horizonte, da abertura do II Congresso Mineiro de Vereadores. Ele representou o governador Antonio Anastasia. Cerca de 400 parlamentares municipais de todas as regiões do Estado participam do evento, cujo objetivo é orientar e qualificar os vereadores, além de servir de espaço de troca de experiência entre os legislativos dos municípios mineiros.


segunda-feira, 12 de março de 2012

MP da defesa civil chega trancando a pauta do Plenário

12/03/2012 - 18h41 - Plenário - Votações
Da Redação, com Agência Câmara

 

Chegaram ao Plenário duas medidas provisórias que, a partir desta segunda-feira (12), passam a trancar a pauta do Senado. A MP 547/2011 institui a política nacional de proteção à defesa civil. Prorrogada uma vez, ela perderá a validade em 21 de março. Já a MP 548/2011, que abre crédito extraordinário para o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), vencerá em 8 de abril.
Ambas as medidas sofreram alterações na Câmara e por isso tramitam no Congresso como projetos de lei de conversão (PLV 4/2012 e 5/2012, respectivamente).


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